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A influência do envelhecimento populacional no aumento de despesas com planos de saúde

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O Brasil possui um alto número de pessoas idosas, ou seja, com 60 anos ou mais. São mais de 28 milhões de pessoas nessa faixa etária, o que representa 13% da população do país. Com isso, o país como um todo terá que passar por uma remodelagem em vários setores, para encarar a nova realidade.

Com o passar dos anos, a adesão de planos de saúde cresce cada vez mais. Essa evolução do segmento pode ser justificada pelo envelhecimento da população brasileira e os custos médicos. Portanto, a tendência é que mais pessoas possam aderir planos de saúde futuramente.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa é que até o ano de 2060, a faixa etária com 80 anos ou mais estará somando 19 milhões de pessoas.

A tendência é que o Brasil passe por uma transição demográfica, antes de se tornar de vez um país desenvolvido. Essa transição pode ser muito benéfica para o aumento da aquisição dos planos de saúde.

Com isso, a Moreira e Medeiros apresenta este artigo para especificar como poderá ser a influência do envelhecimento populacional no aumento de despesas com os planos de saúde.

O impacto do envelhecimento

O aumento da faixa etária da população brasileira influencia diretamente nos planos de saúde, sendo que o sistema de Saúde Suplementar se baseia na ideia de mutualismo, que consiste na diluição de riscos entre um determinado grupo de pessoas, e no pacto intergeracional.

No pacto intergeracional, por exemplo, as pessoas mais jovens arcam com parte das despesas das mais velhas.

Aumento dos custos

O crescimento do número de idosos nos planos de saúde, gera um aumento automático e natural dos custos, porém pode acarretar um desequilíbrio em todo o sistema, já que as despesas assistenciais teriam um salto.

Os idosos sofrem mais com doenças crônicas, como, por exemplo, a hipertensão e o diabetes. Com isso, a exigência por um constante acompanhamento médico e exames mais sofisticados e custosos, são fatores naturais.

Segundo dados do Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS), um paciente abaixo de 18 anos custa R$1.500 por ano, para o seu plano de saúde, sendo que um com mais de 80 pode gerar gastos de R$ 19 mil por ano.

O custo assistencial médio por beneficiário dos 54 aos 58 anos é de R$ 3.988,23. Já, a partir dos 59 anos, o valor sobe para R$ 8.036,35, ou seja, mais do que o dobro do valor anterior.

A saúde terá que ser remodelada

Com o crescimento dos idosos no país, seria necessário, acima de tudo, uma melhoria no Sistema Único de Saúde (SUS).

É necessária uma preparação efetiva por parte do órgão, para a ampliação dos gastos com medicamentos especializados à população mais madura, que normalmente sofre com doenças crônicas.

Com isso, deverá ocorrer uma elevação no número de decisões judiciais, fazendo com que o estado custei medicamentos, fato que atualmente é predominante entre doenças raras.

Outra questão que deverá ser enfrentada é a falta de gestão de saúde adequada entre as operadoras dos planos. Portanto, os consumidores acabam fazendo muitos exames sem necessidade, justamente por falta de orientação.

Com o envelhecimento da população, a adesão aos planos de saúde aumenta, porém alguns desafios devem ser enfrentados para que o país consiga se adequar a toda a situação. O número de idosos está aumentando e o fato deve ser tratado com total atenção.

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